A contribuição da teoria do empreendedorismo para a formação de novos administradores: comportamento de empreendedores de micro, pequeno e médio porte do município de Arcos-MG.

Prates, Fabiano Barros e Moraes, Wagner B. (PUC Minas - Arcos) wbmoraes@pucminas.br

1 - INTRODUÇÃO

Diante do avanço da tecnologia e com a necessidade das empresas serem cada vez mais competitivas frente à globalização, juntamente com a conjuntura sócio-econômica do país, diminuíram consideravelmente os postos de trabalhos tradicionais.

O índice médio de desemprego apurado pelo IBGE em 1998 foi de 7,59%, da População Economicamente Ativa (PEA) sendo considerado o pior resultado dos últimos 15 anos. Em 1999 houve um pequeno decréscimo, com a taxa de 7,56% e no ano de 2002 chegou em Novembro a uma taxa de 7,51%, podendo ser ainda considerado alto (IBGE, 2003)

Karl Marx (1988) encarava o desemprego como uma doença decorrente da acumulação de capital. David Ricardo(XIX) , no início do século XIX, antevia as máquinas como destruidoras dos empregos.. Para os dois autores clássicos, a automação do local de trabalho era a senha para a saída do trabalhador.”

A educação transformou-se em um diferencial fundamental para inserir e preparar o trabalhador para uma era de revolução tecnológica. Percebe-se porém que enquanto educação formal prepara jovens técnicos para trabalhar em empresas formais, enquanto que por outro lado o mercado cresce em oferta de serviços e micro negócios.

 “Na década de 80 a maioria dos universitários almejava seguir a carreira de executivos ao terminar a faculdade, hoje o roteiro para muita gente mudou” afirma Domenico de Masi (2000). O momento é de mudanças que favorecem grandes oportunidades. O emprego, no sentido comumente aplicado, tende a se extinguir. O aumento da competitividade faz necessário desenvolver um espírito empreendedor preparado para assumir riscos.

2- CRIAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS COMO ALTERNATIVA À CRISE NO MERCADO  DE TRABALHO

A criação do próprio negócio surge como uma das alternativas ao emprego incerto. Não só por uma conjuntura sócio-econômica, que faz com que o desenvolvimento de novos negócios seja uma necessidade ou alternativa ao desemprego, mas, também, pelo sonho de ter o próprio negócio.

 Esse fenômeno se reflete nos números referentes à constituição de empresas no Brasil. Segundo dados do SEBRAE (2001), no período de 1990 a 1999 foram constituídas no Brasil 4,9 milhões de empresas, dentre as quais 2,7 milhões microempresas. Somente no ano de 1999 foram constituídas 475.005 empresas, deste total 267.525 microempresas, representando um percentual de 56,32% do total de empresas constituídas nesse ano.

Entretanto, de acordo com estudos do SEBRAE (2001), muitos dos novos empreendimentos no Brasil não conseguem passar do primeiro ano de vida, tendo uma taxa de mortalidade estimada em 36% e 76 % que morrem antes do segundo ano de vida. Para o SEBRAE uma das principais causas desse insucesso é o desconhecimento por parte do futuro empresário das qualidades necessárias ao bom desempenho de seu papel. Em resposta a essa abordagem, Resnik (1990)  ressalta que “a boa administração é o fator determinante da sobrevivência e sucesso (...) e que a má administração é responsável por 90% dos fracassos, onde metade desses fracassos é atribuída à ‘incompetência’ e a outra metade à experiência anterior inadequada”. Essas percepções colocam o Curso de Administração como um instrumento fundamental no auxílio à formação de empreendedores de sucesso.

            Percebe-se a importância do empreendedor enquanto agente  de fomento, capaz de criar  emprego e renda e desta forma contribuir para o  desenvolvimento sócio-econômico de um país.

3-O EMPREENDEDOR

De acordo com Oliveira (1990), a palavra entrepeneur surgiu na língua francesa, relacionada aos líderes militares. De origem latina, foi incorporada à língua inglesa pela falta de um correspondente adequado ao idioma, sendo que o termo em português, empreendedor, apresenta perfeita correspondência.

O empreendedor sempre despertou interesse de ser estudado por pesquisadores de vários ramos de atividade da ciência como: a psicologia, administração, economia, sociologia, entre outras, que se dedicaram a pesquisar o empreendedor, seu papel, suas características, ocasionando o surgimento de uma variedade de definições como as que se seguem.

Na visão de Ansoff  Apud Diniz (1991):

“Ser empreendedor é ter o desejo de independência que motiva o estabelecimento de seu próprio negócio”.

Diniz (1991) observou que :

“Empreendedores são as pessoas que correm riscos aproveitando oportunidades objetivando o lucro”.

Adam  Bernhoeft (1996) caracterizou o empreendedor como um proprietário capitalista, um fornecedor de capital e, ao mesmo tempo, um administrador que se interpõe entre o trabalhador e o consumidor. O conceito de Smith refletia uma tendência da época de considerar-se o empreendedor como alguém que visava somente produzir dinheiro.

Para Filion (1999):

“O empreendedor é aquela pessoa que se aventura e assume riscos, que reúne capital e o trabalho requeridos para o negócio e supervisiona seus mínimos detalhes, caracterizando-se pela convivência com o risco, a inovação e a gerência do negócio”.

Na visão de  Peter Drucker (1986):

"A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o meio pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio ou serviço diferente".

Para Pereira (1995):

"Empreendedores são aqueles indivíduos que tomam iniciativa, identificam e criam oportunidades de negócios, através da reunião e coordenação de combinações de novas pesquisas".

Existem muitas diferenças e disparidades a respeito das exatas definições encontradas em estudos e pesquisas relacionados com o empreendedor, mas, pode-se perceber que há um consenso entre os estudiosos de que, o que distingue o empreendedor das outras pessoas é justamente o seu comportamento, a maneira como este percebe a mudança e lida com as oportunidades.

Pereira (1995)  fala que o empreendedor bem -sucedido:

“É motivado pelo desejo de realizar; correr riscos viáveis, possíveis; sabe onde quer chegar; é capaz de administrar bem o tempo; mantém a auto-estima, mesmo em situações difíceis; é capaz de recomeçar de novo, se necessário; tem prazer em realizar o trabalho e em observar seu próprio crescimento empresarial...”; entre outras.

Para se definir o empreendedor, deve se  ter em mente que ele tem muito mais a ver com ação e que para tanto é importante salientar que ele reúne algumas características e comportamentos que o diferencia dos outros homens, e o orienta para a realização de seus objetivos.

David MacClelland  Apud Manual Empretec (2002), na década de 60, baseado em seus estudos, relata que os heróis nacionais seriam tomados como modelos pelas gerações posteriores, que imitariam os seus comportamentos e a partir daí, se capacitariam a superar obstáculos e a aumentar os limites possíveis. McClelland concluiu que uma pessoa estimulada por tais influências desenvolve uma grande necessidade de realização pessoal. McClelland  Apud Manual Empretec(2002) identificou nestes modelos nacionais, que os mesmos não possuíam inteligência fora do comum, que os mesmos não eram mágicos, mas que sua capacidade de realizar as coisas eram maior que a das pessoas comuns porque reuniam algumas características e comportamentos em comum, como por exemplo, todos esses heróis nacionais sabiam exatamente onde queriam chegar, eram pessoas que planejavam, tinham "auto poder" de persuasão. Ele identificou 10 características e 30 comportamentos os quais denominou características e comportamentos empreendedores. Em seu estudo ele identificou que todas as pessoas podem desenvolver as características e comportamentos empreendedores desde que estimuladas de forma correta.

De acordo com McClelland Apud Manual Empretec (2002) essas características e comportamentos empreendedores são os seguintes:

→INDEPENDENCIA E AUTOCONFIANÇA

→ESTABELECIMENTO DE METAS

→PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO SISTEMÁTICO

→BUSCA DE INFORMAÇÃO

→PERSISTÊNCIA

→EXIGÊNCIA DE QUALIADE

→BUSCA  DE OPORTUNIDADE

 →CORRER RISCOS CALCULADOS

→PERSUASÃO E REDES DE CONTATOS

Manual do Empretec (2002):

Ser empreendedor significa ter, acima de tudo, a necessidade de realizar coisas novas, pôr em pratica idéias próprias, características de personalidade e comportamento que nem sempre é fácil de se encontrar”.

 Psicologicamente, as pessoas podem ser divididas em dois grandes grupos, de acordo com David McClelland, uma minoria que, quando desafiada por uma oportunidade, está disposta a trabalhar arduamente para conseguir algo, e uma maioria que, na realidade não se importa tanto assim. As pessoas que tem necessidade de realizar se destacam porque, independentemente de suas atividades, fazem com que as coisas aconteçam.

Para ser empreendedor não precisa necessariamente abrir um negócio, basta desenvolver essas características empreendedoras que resultará na diferenciação do indivíduo, seja qual for sua profissão.

Quando essas características são relacionadas ao sucesso alcançado pelos  empreendedores, Carvalho  questiona se os vencedores têm realmente algum segredo ou senha especial. “Nada disso”, diz o autor: eles “têm feeling, um jeito especial de ver as coisas, ou decodificá-las à sua própria maneira. Têm também persistência, trabalho, organização, sistematização de novos processos e, principalmente, vontade de vencer”. O que reafirma as idéias de David C.

4 – METODOLOGIA

Foi feita uma pesquisa na cidade de Arcos junto aos empresários,  com o objetivo de se identificar à presença das características empreendedoras, possibilitando conhecer quais seriam seus pontos fortes e quais seriam seus pontos fracos. Buscou-se na pesquisa identificar também, segundo a opinião do empresário, quais as informações são necessárias para se iniciar um próprio negócio e quais informações são necessárias para se administrar um negócio.

A pesquisa  foi feita junto aos Micro e Pequenos empresários sediados em Arcos, cujas empresas estão relacionadas no Cadastro da Associação Industrial e Comercial de Arcos. A amostra considerada na pesquisa foi dividida nos seguintes setores como indica a tabela 1:

Setor da economia

Número de empresas

Vestuário

30 empresas

Informática

2 empresas

Papelaria

3 empresas

Confecção

5 empresas

Loja de móveis

3 empresas

Tabela 1 – Amostra da pesquisa

É importante observar que a amostra pesquisada foi intencional devido ao pequeno número de empresas envolvidas. A justifica se dá pelo fato destas empresas fazerem parte do cadastro da Associação Comercial e Industrial da cidade de Arcos e terem proporcionado uma maior abertura para a pesquisa. Foram utilizados questionários  compostos de perguntas fechadas e abertas visando identificar as características do empreendedor arcoense, tendo como base o Seminário Empretec (Programa da ONU em parceria com o SEBRAE). O indivíduo ao responder o questionário, recebeu uma pontuação em cada característica empreendedora, podendo desta forma identificar em quais características ele obteve maior pontuação e em quais ele obteve menor.

            Foi utilizada nesta pesquisa, apenas a pontuação média obtidas pelos empresários de cada setor, não sendo divulgado a pontuação obtida pelos empresários de forma individualmente por questões éticas.

5 - RESULTADOS DA PESQUISA E CONSIDERAÇÕES FINAIS

Adentrando no objetivo principal deste estudo, que consiste em obter informações sobre as características dos empreendedores arcoenses e informações que possam ser repassadas àqueles que desejam montar o próprio negócio, conclui -se que os conhecimentos mercadológicos, ou seja, o Marketing, é uma das ferramentas básicas mais importantes para se iniciar um negócio, pois a mesma ajudará o empreendedor a  definir o negócio, o público alvo e a estratégia de penetração do mercado.

As questões financeiras carecem de mais aprofundamento, principalmente a administração do capital, análise de investimentos, alternativas de financiamento e análise contábil, pois percebe-se uma falta de preparação do empresário arcoense com relação a estes assuntos, deixando muitas vezes na mão do contador. A má administração financeira, tem sido uma das principais causas da quebra de muitas empresas na cidade de Arcos.

A política salarial, a aplicação correta de técnicas de recrutamento e seleção, relacionamento com empregados e técnicas de gerenciamento, são algumas das questões de Recursos Humanos mais enfatizadas como necessárias ao desenvolvimento do empreendedor.

De uma forma geral a questão Planejamento tem sido deixado de lado, sendo outro grande motivo de insucesso de várias empresas na cidade de Arcos.

Em resumo pode se dizer que o conjunto de informações advindas das áreas de Marketing, Finanças, Recursos Humanos e Produção são informações que os empreendedores arcoenses definiram como primordiais para se iniciar e gerenciar uma empresa .

Os alunos que se formam no curso de Administração, pelo que se percebe na pesquisa, recebem as informações técnicas necessárias para se iniciar e gerenciar um negócio. Diante disso, o que  a Universidade deve buscar é  desenvolver no aluno as características empreendedoras, que são segundo DavidMacClleand, a verdadeira chave para o sucesso, tendo em vista que são essas características que mobilizam o indivíduo a construir a suas próprias oportunidades.

Ao ser pesquisado sobre as características empreendedoras mais marcantes nos empresários arcoenses, conclui-se que todos empresários apresentam características empreendedoras, umas mais fortes e outras mais fracas que talvez precisem ser trabalhada, cada uma delas os auxiliaram a alcançar os resultados obtidos em suas empresas.

No tocante as características empreendedoras percebe-se que os empreendedores do setor de vestuário apresentam como pontos fracos as características de exigência de Qualidade e Planejamento, características essas extremamente importantes para o setor.

Já os empreendedores do setor de confecção apresentam como pontos fracos as características de Persistência, Correr riscos calculados, Planejamento e persuasão, representando alguns comportamentos de extrema importância, para serem desenvolvidos por profissionais que desejam trabalhar no setor.

Os empreendedores do setor de Móveis apresentam como pontos fracos a característica empreendedora Estabelecimento de Metas, o que é muito importante, pois se a empresa não sabe para onde ela quer ir, impossível se direcionar a algum lugar.

Os empreendedores do setor de informática apresentam  como pontos fracos as características empreendedoras Correr riscos Calculados e Persuasão.

Os empreendedores do setor de Papelaria apresentam como pontos fracos as características  empreendedoras Correr riscos calculados e Persuasão.

Através dos dados levantados, a Universidade pode melhor direcionar seus alunos no que tange as características empreendedoras, mostrando-os como essas características interferem no alcance dos resultados e estimulando os mesmos a desenvolverem essas características, de forma  não apenas a garantir profissionais que atendem a necessidade do mercado, mas também estimula-los a construírem suas próprias oportunidades dentro deste mercado.

A Universidade  deveria  motivar os graduandos através de teorias mais voltadas para as características do empreendedor, análise de histórias de sucesso e de fracasso, trazendo exemplos preferencialmente similares à realidade regional e enfocando o pequeno negócio.

O que se pode concluir do estudo realizado é a necessidade premente de inserir a aplicação prática dos conteúdos aplicados pelo curso de Administração de forma que eles se adeqüem a realidade de sua clientela.

A partir das informações levantadas, constata-se que  a PUC Minas Arcos, para formar empreendedores através do Curso de Administração, precisa implantar um laboratório de criação de novos negócios em que todo o processo de pesquisa de mercado, escolha do ramo mediante as tendências, planos financeiros e procedimentos burocráticos para a abertura de uma empresa seriam praticados in loco pelos graduandos. Ou ainda, de modo mais completo, implantar uma Incubadora de Empresas associando-se a instituições como o SEBRAE, SENAI, SENAC, IEL, BNB, CEF, entre outras, a exemplo do que estão fazendo diversas universidades brasileiras que já acordaram para essa nova tendência.

Essa incubadora traria um enriquecimento ao curso de Administração, como local de prática de ensino, seriam de grande ajuda aos  empreendedores que precisam de informações referentes a criação do negócio próprio, promovendo desta forma um maior apoio ao desenvolvimento local.

Conforme se observou no decorrer da leitura, este estudo é importante não apenas pela abrangência e magnitude de informações que traz para o Curso de Administração, como também pela sua efetiva contribuição para a melhoria da formação do empreendedor arcoense.

Espera-se que novos estudos sejam realizados buscando incessantemente a compreensão do fenômeno empreendedor e o aprimoramento de técnicas que desenvolvam esse potencial naqueles que se propõem a adentrar pelos caminhos da criação de um negócio

R

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