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- Importância da equipe hospitalar na orientação
de mães de Maria
dos Santos Machado As deformidades crânio-faciais (DCF) são anomalias congênitas gerando alterações anatômicas, funcionais, estéticas e psicológicas. A gestação gera ansiedade para a mãe. Deparando-se com uma DCF, surgem medos e inseguranças no cuidar, alimentar e tratar de seu filho. A orientação precoce em ambiente hospitalar garante a qualidade de vida do bebê e a tranqüilidade da mãe até os tratamentos específicos. Baseado no exposto, objetivou-se avaliar as orientações recebidas em ambiente hospitalar e as dificuldades das mães no cuidar com os bebês. O estudo foi previamente aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (UNIFENAS/MG)sob o parecer 07/2003. Entrevistou-se 39 mães de portadores de DCF, naturais de cidades sul-mineiras e atualmente atendidos no Centro Pró-Sorriso/UNIFENAS. Nas entrevistas foram levantados dados referentes às orientações transmitidas pela equipe hospitalar, as dificuldades nos cuidados e alimentação do bebê. Verificou-se que 23% das mães foram orientadas pelos médicos, 4% por enfermeiras e 73% das mães saíram do hospital sem orientações referentes aos cuidados com o bebê, sentindo-se inseguras para amamentar e cuidar dos mesmos. Cerca de 32 bebês apresentavam deficiências nutricionais, necessitando de internações hospitalares. A equipe hospitalar não foi efetiva na assistência à mãe e ao bebê com DCF, necessitando implementar protocolos educativos para melhor compreensão às necessidades de cuidado à saúde ao pacientes com deformidades crânio-faciais. Referências
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