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15 - Variação anatômica do número de canais nas raízes dos dentes permanentes - relato "in vivo" Nayara Núlbia Araújo Carvalho O conhecimento da anatomia interna é fator preponderante na terapêutica endodôntica. Na fase inicial do tratamento, o estudo prévio em uma radiografia de diagnóstico, da extensão da câmara pulpar, para permitir a realização da cirurgia de acesso de forma tranqüila e segura, da delimitação do número de raízes e a localização correta dos canais radiculares são passos importantes para o sucesso da terapia, que depende de várias fases intimamente relacionadas entre si. A complexidade do sistema de canais radiculares dificulta sobremaneira a intervenção endodôntica, sendo assim, quanto mais diversificada for a anatomia de um dente, maior o grau de dificuldade para a realização do tratamento, requerendo do profissional muita atenção, principalmente, quando constatado a presença de canais adicionais e bifurcações nos terços médio e apical, que vão desde a própria interpretação radiográfica até a localização dos canais radiculares. Desta forma, é de fundamental importância um criterioso exame radiográfico na detecção de canais adicionais, observando-se sempre mudanças na densidade radiográfica, contorno da raiz e presença de linhas escuras extras correndo paralelas ao instrumento. É imprescindível conhecer, além da anatomia mais freqüente, as variações quanto ao número, forma, direção e comprimento dos canais radiculares. O trabalho em questão ilustra variações do número de canais nas raízes dos dentes in vivo conforme comprovação radiográfica. Assim o profissional, sabendo que várias são as possibilidades com relação à variação do número de canais nas raízes dos dentes, deve estar atento para identificar clínica e radiograficamente as variações presentes, devendo sempre procurar e esperar por canais extras. Referências Bibliográficas:
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