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34 - Deformidade crânio-facial associada à fissura palatal: relato de caso. Kátia de Oliveira Terra Durante as primeiras semanas de vida intrauterina, a face desenvolve-se rapidamente. Uma seqüência de eventos ocorre contribuindo para o desenvolvimento normal do lábio e palato. O palato norma, teto da cavidade bucal, inicia seu desenvolvimento após o lábio, por volta da sétima semana de vida intra-uterina. O crescimento simultâneo de porções laterais da maxila em direção à linha média, acabando por se encontrar, primeiro na região anterior e progressivamente para posterior, formam o palato que está completo na nona semana de vida intra-uterina. Se duas porções laterais da maxila não crescerem simultaneamente ou não se unirem na linha média, ocorre a fissura do palato. A fissura pode variar em extensão e largura, dependendo da época de atuação do agente causador e do grau de junção da partes. As fissuras não são formadas pela separação ou dilaceração dos tecidos após a sua formação, mas sim por falta de união durante a fase de formação destes. Dependendo de como em que época o desenvolvimento da face foi afetado, vários tipos de fissuras podem ocorrer. Assim, é possível ocorrer apenas a fissura de lábio ou somente a fissura de palato, completas ou incompletas, uni ou bilaterais ou ainda uma combinação de ambas, ou seja, fissura de lábio e palato, as quais podem vir acompanhadas de outras alterações crânio-faciais, como no caso das fissuras classificadas como fissuras raras da face. O objetivo deste trabalho é relatar o caso clínico de uma criança portadora de fissura rara de face atendida pelo Núcleo Pró-Sorriso da Unifenas. Referências Bibliográficas:
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