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37 - Expansão cirúrgica de maxila Rodrigo de Oliveira Andrade Várias são as discrepâncias esqueléticas diagnosticadas no complexo maxilo-mandibular, onde a atresia de maxila é considerada uma discrepância esquelética transversal, envolvendo este complexo e por conseqüência ocasionando uma serie de alterações no sistema estomatognático do indivíduo portador desta. Caracterizada por uma alteração no formato da arcada dentária superior, palato ogival e profundo, mordida cruzada posterior bilateral e, na maioria das vezes, respiração bucal, a atresia de maxila é uma entidade bastante estudada dentro da área ortodôntica-cirúrgica. Por meio da rinomanometria, Eccles observou que 70% dos pacientes submetidos à expansão cirúrgica da maxila apresentaram melhora na respiração nasal. De acordo com Epker et al, a expansão cirúrgica da maxila está indicada quando a discrepância óssea transversal for maior do que 06 mm. Já a idade cronológica mínima para a escolha do tipo de expansão (ortopédica ou cirúrgica) varia muito de autor para autor (18 a 25 anos). Porém é sabido que os níveis de recidiva de expansões são menores naquelas realizadas por meio da cirurgia. Desta forma, este trabalho tem como intuito relatar o caso clínico do paciente W.R.A., 25 anos, leucoderma, gênero masculino, no qual foi realizada a expansão cirúrgica da maxila. Foi realizado osteotomia tipo LeFort I completa e usado um aparelho expansor do tipo Hyrax, onde iniciou-se as ativações a partir do 3º dia pós-operatório. O protocolo de ativações foi de 2/4 de volta no parafuso expansor no período da manhã e 2/4 de volta no período da tarde, por 09 dias. Referências Bibliográficas:
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