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41 - Enxerto ósseo autógeno: relato de caso Willian Morais de Melo O preparo do leito protético com enxertos possibilita a restituição do contorno ósseo alveolar perdido. As atuais técnicas de rabilitação bucal com implantes exigem estrutura óssea mínima para conseguir uma boa osseointegração. Enxertos ósseos particulados com materiais aloplásticos, heterógenos, homógenos e autógenos são recursos indicados para a correção de defeitos em cavidades ou quando associados às membranas com reforço metálico. O caso clínico apresentado mostra defeito em espessura ao nível do rebordo alveolar ântero-superior tratado com enxerto autógeno em bloco que trouxe a vantagem do ganho imediato na distância vestíbulo-palatina. A paciente, 23 anos de idade, perdera o incisivo lateral superior direito em acidente automobilístico aos 21 anos, com perda de tábua óssea vestibular. Manteve o espaço com prótese parcial removível. Acesso cirúrgico em mento, sob anestesia local, permitiu, após osteotomia com instrumento rotatório, a retirada de um bloco de 20 x 15 mm que foi enxertado na vestibular da área correspondente ao 12. O bloco ósseo foi fixado com 2 parafusos 1.0. Seis meses após, novo acesso cirúrgico permitiu adaptação de um implante de 3,75x13mm de comprimento. A prótese sobre o implante foi adaptada após o período de reparação do tecido mole com o cicatrizador. Referências Bibliográficas:
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