Acessibilidade na UNIFENAS


   A Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS) possui Plano de Garantia de Acessibilidade, em conformidade com a legislação, acompanhado de laudo técnico emitido por profissional competente.
   Neste sentido, a UNIFENAS está em consonância com a Legislação Brasileira (no âmbito da inclusão e na promoção dos Direitos Humanos) destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais para pessoa com deficiência, visando a sua inclusão social e cidadania. Assim, a UNIFENAS possui, desde 2017, uma Comissão de Acessibilidade para discutir e propor a viabilização de meios para transposição de barreiras atitudinais, comunicacionais, digitais, instrumentais, metodológicas, arquitetônicas, nos transportes e programáticas, organizando-se em conformidade com os princípios preconizados na legislação vigente no que diz respeito aos direitos das pessoas com deficiência, ou mobilidade reduzida.
1. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL
A acessibilidade atitudinal se legitima nas ações promotoras da dignidade humana de modo a permear todos os espaços e todos os fazeres acadêmicos. Comungando destes princípios, a UNIFENAS organiza seus espaços, pautando-se no respeito às diferenças e promoção humana. Refere-se à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Todos os demais tipos de acessibilidade estão relacionados a essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras.
2. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL
A acessibilidade comunicacional é aquela que se dá sem barreiras na comunicação interpessoal de forma oralizada, sinalizada, grafada em braile e escrita veiculada em jornal, revista, livro, carta, apostila e computadores.
3. ACESSIBILIDADE DIGITAL
A inclusão digital é o direito de acesso ao mundo digital para o desenvolvimento intelectual no acesso à educação, à geração de conhecimento, à participação no desenvolvimento, bem como da aquisição de capacidade técnica e operacional. Sendo a capacidade de acessar, adaptar e criar novo conhecimento por meio do uso das novas TICs é decisiva para a inclusão social na época atual garantindo, assim, a eliminação de barreiras na disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.

4. ACESSIBILIDADE INSTRUMENTAL
A acessibilidade instrumental se refere às ferramentas e recursos para promover ou facilitar o acesso da pessoa com deficiência, como por exemplo Softwares para deficientes visuais e Recursos “móveis”.

Alfabeto Braille

Teclado Braille

Big Ball Mouse

Fone de ouvido

Lupa eletrônica digital

Máscara para teclado

Carteira adaptável para cadeirante

Reglete de mesa e prancheta

Scanner para computador

Soroban

Plano inclinado para leitura

Régua paralela

5. ACESSIBILIDADE METODOLÓGICA
A acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica, é a ausência de barreiras nos métodos teóricos e técnicas de ensino e aprendizagem.
6. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
A acessibilidade arquitetônica consiste na concepção e implementação de projetos arquitetônicos e urbanísticos que devem atender aos princípios do desenho universal, tendo como referências básicas as normas técnicas de acessibilidade da ABNT, a legislação específica e as regras contidas nesse decreto e assim eliminando as barreiras ambientais físicas nas residências, nos edifícios, nos espaços e equipamentos urbanos.

Totem em Braille

Piso podotátil

Sinalização em Braille

Vagas para cadeirantes

Vagas para cadeirantes

Laboratório de Informática - Biblioteca

Lavabos

Rampa antiderrapante

Bebedouros para cadeirantes

Bebedouros para cadeirantes

Banheiro adaptado para cadeirantes

Rampa de acesso para cadeirantes

Banheiro familiar

Fraldário

Balcão adaptado para cadeirante

Elevadores

7. ACESSIBILIDADE NOS TRANSPORTES
Refere-se à forma de acessibilidade que elimina barreiras não só nos veículos mas, também, nos pontos de paradas, incluindo as calçadas e rampas de acesso, os terminais, as estações e todos os outros equipamentos que compõem as redes de transporte que são muito bem sinalizados para facilitar a locomoção dos transportes e dos pedestres.

Ponto de parada com rampa e corrimão

Vagas no estacionamento para cadeirantes

Estacionamento para ônibus urbano

Faixa de pedestres

8. ACESSIBILIDADE PROGRAMÁTICA
Refere-se à disponibilização, divulgação e publicação de portarias, diretrizes, decretos, normas, regulamentos, regimento, matriz curricular e demais documentos normativos visando a eliminação de barreiras presentes nas políticas públicas que podem gerar equívocos.


Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS
Comissão de Acessibilidade
Contato: acessibilidade@unifenas.br

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