DOE SANGUE,
SALVE VIDAS: UMA CAMPANHA DA LIGA DO PSF
**Kruschewsky, Maria Clara de Cerqueira; **Teles, Leandro Marques de
Mendonça; **Okano, Anna Claudia; * Santos, Adriana Cabett do; *Agari,
Viviane Leite Ayumi
Embora
o mundo esteja se tornando cada vez mais individualista, e com isso egoísta,
devido à grande cultura neoliberal que se instalou, alguns resquícios
de amor ao próximo, de solidariedade, ainda restou, podemos ver essa nova
tendência quando vemos o grande número de voluntários indo a hospitais
doar sangue, porém é muito importante ressaltar que esse movimento não
pode parar e que é nosso dever como seres sociais, nos cobrar que essa
corrente nunca pare, pelo contrário, para que cada dia ela aumente mais.
Sabemos que muitas vezes o fato de ser doador é beneficiar uma pessoa
que talvez nunca teremos contato, que nunca ganharemos se quer um agradecimento,
pode ser desestimulante, portanto, poder gerar alegria a pessoas que não
fazem parte da nossa intimidade é muito mais fascinante, pois nos confirma,
que uma vez bem intencionados, somos muito mais fortes que qualquer barreira
e distância. Para ser doador, é necessário ser maior de idade, estar bem
alimentado (pesar mais de 50 kg) e ter intervalo entre cada doação de
3 (três) meses. Pessoas promíscuas, pacientes de grupo de risco e portadores
de doenças infecto-contagiosas não podem doar sangue. Este ato, não purifica
o sangue, não engorda, não emagrece e não atrapalha o desempenho sexual;
portando, não tenha medo, seja solidário.
* Professor(a) da UNIFENAS, CP. 23, 37132-440, Alfenas(MG)
**Acadêmico(a) da Unifenas, em Alfenas(MG).