Pessoas com jornadas diferentes em um certo momento podem ter seus caminhos cruzados. Cursar Medicina é um destes exemplos em que encontros inesperados ocorrem. Que o digam os calouros da UNIFENAS que participaram da cerimônia do Jaleco neste segundo semestre de 2026. Um grupo heterogêneo na idade e com o mesmo sonho: tornar-se médico ou médica.
No auditório que leva o nome do fundador da Universidade Professor Edson Antônio Velano, os estudantes vivenciaram momentos que se eternizarão, pois receberam de seus familiares o primeiro jaleco. Imagine o quanto deve ser significativo para o pai Antônio José de Figueiredo, ainda aluno de Medicina da UNIFENAS, que já passou por este momento, poder, ao lado de sua esposa Daniela, vestir a filha Maria Clara com o jaleco, já que ela acaba de ingressar no mesmo curso e na mesma instituição.
Daqui a um ano e meio Antônio se formará. Ele se recorda de que há poucos anos esteve no mesmo local e viveu a emoção que agora se renova duplamente ao ver que seu sonho de infância também contagiou a filha. “O coração está transbordando de alegria e gratidão a Deus por tudo isso”, disse. Maria Clara afirmou que o pai é um exemplo. Para a mãe, que era só sorrisos, “desde menina falava em fazer Medicina e agora, ela entrando e o pai também na reta final, é uma alegria” afirmou Daniela.
A felicidade também contagiou uma família da cidade de Cambuí-MG. Os olhos do pai e da mãe brilharam ao dar início, ao mesmo tempo, à trajetória das filhas gêmeas, Isabela e Isadora, que em alguns anos se tornarão médicas. Como pai, Gabriel Gonçalves Dias afirmou não ter palavras para descrever o momento a não ser “torcer e trabalhar por esta conquista”. Quanto à escolha pela UNIFENAS Isabela destacou que foi incrível. “Sempre tive muita vontade de vir. Então, está sendo tudo como pensei e sonhei”.
O recebimento do Jaleco, a apresentação da bateria da Atlética e a experiência compartilhada pelos alunos da diretoria do Centro Acadêmico foram os instantes em que os calouros vibraram. Antes de tudo isso, uma conversa com a coordenação do curso foi necessária; não porque precisavam tomar conhecimento de que entraram na melhor Universidade privada de Minas Gerais ou para que compreendam que a instituição lhes oferece o melhor para a formação, mas para enfatizar que deles será exigido um compromisso com os estudos.
A coordenação deixou claro que, na UNIFENAS, são quase 40 anos de experiência na formação médica, conceitos que destacam a instituição. Títulos podem até ser, e são importantes. Porém para se manter o legado é preciso muito mais. “Aqui o aluno tem que estudar. A ele é dada autonomia para que busque o conhecimento mediado pela Universidade”, disse o coordenador José Sérgio Tabela Júnior aos familiares e calouros.
Esta é a turma 54 da Medicina. Segundo a coordenadora adjunta Luísa Barbosa Messora é sempre uma alegria receber uma nova turma. “Daqui a 6 anos eles estarão como médicos. Hoje, como acadêmicos, iniciam com alegria e finalizam como profissionais maduros, com conhecimento vasto e experiência maravilhosa.” José Sérgio complementa: “Tenho certeza de que a UNIFENAS continua na vanguarda da ciência médica no país. E devolveremos estes profissionais para a nossa comunidade, onde, tenho certeza absoluta, que farão a diferença”.