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2 de maio de 2013

Geneticista explica a Mucopolissacaridose

Também conhecida como MPS, a doença se divide em 7 tipos


Rosângela Fressato
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A enfermeira Letícia Figueiredo e a geneticista Joziele de Souza Lima.

A Sala de Eventos I da UNIFENAS, câmpus Alfenas, ficou lotada na noite do dia 23. Alunos de Enfermagem e Medicina, professores, paciente e pais de pacientes compareceram ao local para assistirem à palestra sobre Mucopolissacaridose. Também conhecida como MPS, a doença foi o tema abordado pela médica geneticista do Hospital das Clínicas da UFMG, Dra. Joziele de Souza Lima.

De acordo com a enfermeira do Hospital Universitário Alzira Velano e professora do Curso Técnico em Enfermagem do Colégio Atenas, Letícia Figueiredo, o objetivo da palestra foi informar aos presentes sobre os sintomas e as formas de tratamento do MPS. “A mucopolissacaridose é uma doença rara, que vai do tipo 1 ao 7. Mas, por mais rara que seja, ainda há muitos indivíduos subnotificados, que não têm diagnóstico fechado”.

Letícia explica que a MPS é a falta de uma enzima que causa um transtorno no organismo do indivíduo. Geralmente é detectada na infância, mas pode ser percebida na fase adulta, por ser uma doença fenotípica.

A palestra foi gratuita, patrocinada pelos laboratórios Genzyme, Biomarin e Shire.



A Mucopolissacaridose



Mucopolissacaridose (MPS) é uma doença metabólica hereditária. Isso significa que a pessoa nasce com falta ou diminuição de algumas substâncias encontradas no organismo: as enzimas que digerem os glicosaminoglicanos (GAG).

Alguns dos sintomas da MPS são: macrocefalia (crânio maior que o normal); deficiência mental; alterações da face; aumento do tamanho da língua (macroglossia); dificuldade visual; dificuldade auditiva; má-formação dos dentes e atraso no crescimento (baixa estatura e baixo peso).

fonte: www.apmps.org.br